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Owen Joyner, de “Julie and the Phantoms”, comenta sobre crise de ansiedade: “Isso se transformou em TOC”

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Durante entrevista, ator também falou sobre a amizade com Charlie Gillespie

Gente como a gente, não é mesmo? O ator Owen Joyner, conhecido por seu papel na recente série musical da Netflix, “Julie and the Phantoms”, participou nesta segunda-feira, 8, do podcast “Sunset Drive Podcast”. E durante o bate-papo, ele falou sobre a origem de suas crises de ansiedade e também sobre sua amizade com Charlie Gillespie, intérprete do personagem Luke Patterson. Confira:

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Os momentos em que as coisas pioram são quando eu estou dentro de uma casa sozinho, sabe? Faz um ano desde que eu li um roteiro. E de vez em quando fazer testes é o que me motiva, mas a ansiedade… Eu tenho 20 anos, a ansiedade que eu tinha quando aos 13 anos eu gostaria de ter agora. Quando eu tinha 13 anos, tinha acabado de ter crises de ansiedade”, falou o artista.

E completou: “Tiveram duas semanas seguidas em que eu tive crise de ansiedade todos os dias e aos poucos desapareceu. Eu tinha problemas de separação e acordava para saber se meus pais estavam em casa. Eu tinha esses medos dos 12 aos 15 anos. E isso se transformou em TOC”, 

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Já sobre a amizade com o ator Charlie Gillespie, Owen revelou que o colega de trabalho o ajudou muito enquanto enfrentava outra crise de ansiedade durante as gravações da série.

“Em Vancouver, durante ‘Julie and the Phantoms’, foi a minha primeira vez trabalhando por conta própria (sem estar com os pais por perto). Eu estava com Charlie, e ele não tem ideia do quanto ele me salvou. Quero dizer, a atitude dele todos os dias ao acordar, sabe, aquilo realmente me motivou”, disse ele. 

Com certeza é um dos meus melhores amigos e realmente me ajudou durante todo aquele processo. E, sabe, isso não é o tipo de coisa que atores falam em voz alta porque eles têm medo que diretores vão falar ‘aquele ali é o ator com ansiedade’, mas nunca me impediu de tentar conseguir um personagem e nunca vai me impedir de atuar”, concluiu Owen.

Brotherhood que chama, não é mesmo?
 

Assista ao podcast completo: