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Depois de polêmica entre Alok e Sevenn, vídeo de “Un Ratito” retorna ao ar!

O Ministério Público nem mesmo recebeu o processo, entenda

Depois de polêmica entre Alok e Sevenn, vídeo de "Un Ratito" retorna ao ar!
Depois de polêmica entre Alok e Sevenn, vídeo de "Un Ratito" retorna ao ar! (Reprodução/Instagram)

Alok conseguiu importantes vitórias na Justiça brasileira em torno da polêmica envolvendo o DJ brasileiro e o duo de produtores Sevenn. O duo acusou Alok de violar direitos autorais ao não creditar o duo em músicas e, por conta disso, “Un Ratito” chegou a ser retirado das plataformas digitais.

Entretanto, sem nenhum tipo de comprovação por quem requereu a ação, foi devidamente reparada pela Justiça Brasileira, que determinou o imediato retorno.

Após o vídeo de “Un Ratito” ter sido removido do Youtube de forma arbitrária, segundo a assessoria de Alok – uma vez que apenas uma das partes foi ouvida – a juíza Simone Monteiro da 2 Vara Cível da Comarca de Goiânia fez-se exigir o retorno do conteúdo à plataforma. A decisão e o documento com a ordem judicial foram assinados, emitidos e enviados à Google Brasil, que tem o prazo de 24 horas para o cumprimento

O caso veio a público após uma matéria publicada na revista Billboard alegar, sem provas concretas, que Alok não teria creditado o duo Sevenn em alguns trabalhos, entre eles “Un Ratito”. Nas redes sociais, Alok já havia rebatido e comprovado por meio de documentos todas as falsas alegações apontadas pela Billboard, incluindo sobre o mais recente single.

Então, a música “Un Ratito” de Alok, Juliette, Luis Fonsi, Lunay e Lenny Tavárez está de volta ao canal oficial no Youtube do artista, assim como nos aplicativos de streaming. Além disso, vale lembrar que o DJ já tinha tranquilizado os fãs e revelou que o single, que está fazendo muito sucesso, terá videoclipe oficial.

Sobre o caso Marcos Araújo da ÁudioMix

O ex-empresário de Alok, Marquinhos da Villa Mix havia apresentado na segunda-feira, 24, um processo criminal contra Alok, sob a alegação de ter sofrido calúnia por parte do DJ.

O Ministério Público nem mesmo recebeu o processo e, em suma, determinou que o mesmo apresentasse provas concretas da acusação, pois as apresentadas por Marquinhos não configuram prática de crime pelo Alok.

“Além do mais, o crime de calúnia, como dito acima, não se contenta com afirmações genéricas e de cunho abstrato (…).  Em suma, a queixa-crime menciona equivocadamente como sendo um crime de calúnia que pela descrição não se verifica.” (Ministério Público de São Paulo- 26/01/22).