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5 coisas que aprendemos com “Luca”, nova animação do Disney+

Longa teve estreia exclusiva na plataforma no dia 18 de junho

Coisas que aprendemos com "Luca", nova animação do Disney+
Coisas que aprendemos com "Luca", nova animação do Disney+. (Divulgação/Disney)

Luca”, a mais nova animação da Disney e Pixar, já está entre nós e teve estreia exclusiva no Disney+ no dia 18 de junho. O longa acompanha as aventuras de Luca durante um verão inesquecível repleto de macarronadas, gelatos e passeios incríveis ao lado de seu novo amigo Alberto. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos.

A animação é, em sua essência, um filme sobre amizade e sobre conviver com o diferente. Contudo, além desses temas, é possível aprender outras lições importantes com a animação. Confira os pontos discutidos em “Luca”, nova animação do Disney+!

A importância da amizade

A amizade é o tema central da animação, representada, principalmente, pelos protagonistas Luca e Alberto, mas também pela relação com a garota Giulia. Ao longo do filme, os três vivem várias situações típicas de qualquer amizade, incluindo algumas brigas e muitas novas descobertas. Nesse sentido, podemos ver que amigos de verdade estão do nosso lado nos melhores e nos piores momentos. 

Convivendo com o diferente

Um tema muito importante de “Luca” é o preconceito e o convívio com o diferente. O filme retrata isso pela aversão e o medo que os moradores da vila dos humanos nutrem pelos monstros marinhos. Aliás, o sentimento que é recíproco por parte desses. Ao longo do filme, no entanto, esse preconceito vai sendo quebrado aos poucos, e a relação entre os dois mundos se torna melhor. A mensagem que fica é a de que a intolerância e a discriminação são baseadas em um desconhecimento em relação ao que é diferente, mas que essas diferenças podem sempre ser superadas.

“Os excluídos têm sempre que se ajudar”

Quando Giulia conhece Luca e Alberto, ela não sabe que eles são monstros marinhos, mas logo se identifica com eles, dizendo que “os excluídos, as crianças que são diferentes, têm sempre que se ajudar”. Os três então se unem para participar do torneio da cidade, pois juntos poderiam ter mais chances de vencer. Essa cena — e também a amizade entre eles — reforça mais uma vez o tema da aceitação tão presente no filme.

Família: apoio incondicional

Rígida e superprotetora, a mãe de Luca o proíbe estritamente de chegar perto da superfície e ter qualquer contato com os humanos, e até o coloca de castigo quando descobre que ele tentou quebrar essa regra. Contudo, em uma cena emocionante no final do filme — sem spoilers! —, vemos ela se tornar um pouco mais flexível em nome de um sonho do filho, dando o exemplo de que família é quem deve te apoiar em qualquer decisão, independentemente de qualquer coisa. 

Aprender é tudo de bom!

Por ser um monstro marinho que vive no fundo do mar, Luca desconhece muitas coisas da “vila dos humanos”, a qual sempre foi um mistério para ele. Quando finalmente consegue burlar essa regra e passa a desbravar esse novo mundo junto com Alberto, ele se deslumbra com cada novidade, e uma delas Giulia que apresenta: o universo da leitura e do conhecimento. Além de ficar encantado com os livros de ciência da amiga e devorá-los, Luca ouve com empolgação ela falar sobre a escola e passa a ter o desejo de ser um aluno também.