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Fiuk conta tudo sobre sua nova turnê Nós na Sala

Fiuk conta tudo sobre sua nova turnê intimista "Nós na Sala". Vem ver a entrevista que a Atrê fez com o cantor

Texto Amanda Ravelli | Adaptação web: Marília Alencar | Foto: Caio Paifer

Fiuk também fala sobre seu novo álbum

Foto: Caio Paifer

Neste domingo, 3, Fiuk mostra seu novo show para o público de São Paulo. O cantor, acompanhado apenas por seu violão, vai apresentar "Desejo Proibido" e "Amor", que fazem parte do repertório de seu novo álbum, além de seus maiores sucessos, como “Quero Toda Noite”, "Linda Tão Linda" e outras surpresas. O show intimista faz parte da sua turnê "Nós na Sala", que está rodando o Brasil inteiro. Para saber mais sobre o novo trabalho do boy, a Atrê bateu um papo superlegal e sincero com o cantor. Se liga: 

1. O que você está planejando para a sua nova turnê?

É uma turnê muito intimista. Eu fiquei uns dois anos bem solteirão, fazia festa praticamente todo dia. Não tinha como, a gente sempre acabava na sala tocando e cantando. Estou há três anos afastado, sem lançar nada. Então, eu pensei: “Bom, se é pra voltar, eu vou trazer de novo aquela sensação toda”. Eu meio que fiz uma “sala ambulante” pra girar o Brasil.

2. O que mais mudou dos shows de antes para agora?

Eu não fiz nenhum show ainda, isso é só um aquecimento pra primeira parte do CD, que eu devo lançar em junho. Ele é dividido em três partes: Amor, fé e esperança; então vão ser três lançamentos, com quatro músicas em cada um. Agora é mais uma brincadeira mesmo. O show mesmo, com banda, vai começar em junho ou julho.

3. Como está sendo a recepção do público com a sua volta?

Eu estou muito contente, estou de braços abertos, porque três anos é muito tempo. Eu voltei pro Twitter, que era a rede social que eu sempre usava, e as meninas todas lá, foi um presente depois de todo esse tempo. Se eu fosse fã, eu teria me abandonado (risos). Eu ia falar “Abandonou a gente, agora não quero mais saber”! E não, elas estavam ali, fazendo a maior força, estão me apoiando muito, é muito gostoso.

4. O que mudou do Fiuk do álbum "Vira-Lata" para esta nova fase?

Não existe nada certo ou errado, acho que é questão de gosto. Mas, no CD "Vira-Lata", eu não tinha tanta autonomia, eu era muito novo. Foi um momento que eu me dei para os outros. Todo mundo jogava na minha cabeça “Você é muito novo, não sabe fazer direito”, acabavam ficando muito em cima, sendo que não tem uma fórmula. Fiquei três anos só compondo que nem um maluco. Foi quando conversei com a gravadora, pra poder me liberar e fazer o que eu acreditava mesmo, cantar minhas músicas. Acho que, a partir dai, eu me libertei desses milhares de rótulos. É mais uma coisa interna.

Turnê "Nós na Sala"

Foto: Caio Paifer

5.  Falando nisso, por que você resolveu dar esse intervalo de três anos na sua carreira? O que você fez nesse meio tempo?

Eu fiz alguns trabalhos de filmes, protagonizei o longa "Julio Sumiu", junto com a Lilia Cabral, acabei fazendo alguns shows pequenos nesse meio tempo, apresentei o "Coletivation", programa na MTV, e, por fim, me tranquei no estúdio mesmo, pra produzir.



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